Apresentação

Em abril de 1992, a FEA de Ribeirão Preto foi instalada como uma extensão da Unidade do "Campus" de São Paulo.

Dez anos mais tarde, no dia 14 de maio de 2002, o Conselho Universitário (Co) da USP aprovou a proposta de emancipação da Unidade de Ribeirão Preto. Há um bom tempo a escola reunia condições para se tornar uma nova Unidade de Ensino e Pesquisa da USP. Totalmente integrada ao "Campus" de Ribeirão Preto e engajada em atividades de ensino, pesquisa e extensão, a FEA-RP vem ampliando cada vez mais sua atuação e excelência.

No início do segundo semestre de 1999, a Comissão de Pós-Graduação da FEA/USP, em São Paulo, aprovou o oferecimento de disciplinas, em Ribeirão Preto, que seriam o "embrião" para a criação dos programas de pós-graduação "stricto sensu". Em fevereiro de 2002 tiveram início as primeiras turmas do Programa de Pós-Graduação em Administração da FEA/USP, cursos de mestrado e doutorado, no "Campus" de Ribeirão Preto.

Ao longo de 2003 o Programa de Pós-Graduação em Administração de Organizações da FEA-RP foi aprovado pelas instâncias competentes junto à USP e à CAPES. No início do ano de 2004 teve início o curso de Mestrado em Administração de Organizações. E em 2010 houve o ingresso da primeira turma do curso de Doutorado.

 

Objetivos

Os cursos de Mestrado e Doutorado em Administração de Organizações têm por finalidade promover a formação de docentes, pesquisadores e profissionais de alto nível para atender às demandas acadêmicas e do ensino superior, na área de Administração de Organizações.
O Programa de Pós-Graduação em Administração de Organizações incentiva o livre pensamento e todas as formas de acesso à revitalização dessa área do conhecimento e, assim, poder contribuir para evolução científica e tecnológica da Administração.

São objetivos específicos do Mestrado e Doutorado em Administração de Organizações:

  • Tornar um centro de pesquisa reconhecido, primeiramente nacional, depois internacionalmente;
  • Desenvolver trabalho de qualidade que possibilitem manter elevado o número de publicações docentes e com equilíbrio entre os docentes membros do programa; focar publicação em periódicos internacionais com avaliação pelo Journal Citation Reports; Ampliar as publicações dos alunos de mestrado e doutorado em periódicos nacionais e internacionais;
  • Manter elevado o número de estudantes de graduação com envolvimento em atividades de pesquisa;
  • Institucionalizar os grupos de pesquisa ligados ao Departamento de Administração;
  • Buscar internacionalização do programa e das pesquisas realizadas em seu âmbito;
  • Criar uma estrutura para mediar e julgar aspectos éticos relacionados às pesquisas em administração;
  • Estimular pesquisas e cooperações com outros centros de regiões menos desenvolvidas;
  • Relacionar a extensão com os projetos de pesquisa procurando ampliar os resultados do programa para a sociedade brasileira;
  • Ampliar a divulgação dos resultados das pesquisas para a sociedade acadêmica e  em especial para sociedade paulista que financia a Escola;
  • Inserir os alunos de Pós Graduação em atividades culturais e de extensão.

 

Infraestrutura

Laboratórios:

1. Infraestrutura específica para alunos de Pós-graduação:

Sala de Pós-Graduação – FEA-RP

- Possui 5 computadores, software neles instalados:

Sistema Operacional: Microsoft Windows XP Professional

Pacotes de escritório: Microsoft Office Professional Edição 2003 e BrOffice.org 2.0

Navegadores: Internet Explorer e Mozilla Firefox

Software Específicos: EViews, S-PLUS, SPSS, Skype, Adobe Reader, PDFCreator, Economatica e Stata 9.

- Possui 15 Terminais(thinclients), software instalado no servidor dos terminas:

Sistema Operacional: Microsoft(R) Windows(R) Server 2003, Standard Edition

Pacote de escritório: Microsoft Office Professional Edição 2003

Navegadores: Internet Explorer e Mozilla Firefox

Software Específicos: Inspiration 8 IE, OxEdit 4.10, OxMetrics, S-PLUS 6.1 PROFESSIONAL, S-PLUS FinMetrics, Stat/Transfer, Adobe Reader, PDFCreator, Stat/Transfer, Stata 9 e Economatica.

2. Infraestrutura comum para Alunos de Pós-graduação e de Graduação

2.1 Laboratórios:

 

(a) Centro de Informação

Entre os softwares e bases de dados especializados encontram-se as disposições dos usuários:

AVG Free Edition

Ad-Aware 2007 7.0.1.3

Ad-Aware SE Personal 1.06

Adobe Flash Player Plugin 9.0.45.0

Adobe Reader 8.1.1

Adobe Shockwave Player 10.2.0.23

Atlas.ti

BrOffice.org 2.0 2.0.9073

CMA Series 4 1.07

CWFREE 8.2

DirectX 9c 4.09.00.0904

Economática

EViews 3.1

Filzip 3.06 3.0.6

Internet Explorer 7.0.5730.13

Java(TM) 6 Update 5 1.6.0.50

Java(TM) SE Development Kit 6 Update 3 1.6.0.30

Java(TM) SE Runtime Environment 6 Update 1 1.6.0.10

Lernout & Hauspie TruVoice American English TTS Engine

Microsoft Internationalized Domain Names Mitigation APIs

Microsoft Office XP Professional com FrontPage 10.0.6626.0

Microsoft Windows XP Professional 5.1.2600

Mozilla Firefox (2.0.0.12) 2.0.0.12 (pt-BR)

MySQL Connector/ODBC 3.51 3.51.12

NetBeans IDE 5.5.1

PDFCreator 0.9.3

Pacote de Compatibilidade para o sistema Office 2007 12.0.6215.1000

Sphinx

S-PLUS 6.1

S-PLUS 6.1 PROFESSIONAL Edition Release 1 6.1

S-PLUS FinMetrics Module in 'C:\Arquivos de programas\Insightful\splus61'

SPSS 8.0 for Windows Student Version

SPSS for Windows 10.0

STATA 9

Também estão disponíveis os seguintes softwares de modelagem e apoio a decisão e de usos variados: Mapinfo, SGT - micro, OX, PC Give Professional, PC Gets e Stamp, Decision Tools, Knowledge Excelerator, ILOG e Neuralist.

Destaca-se disponibilidade de bases com microdados, dentre as quais, dados do IBGE: BIM, Censo Agropecuário, Censo Demográfico, Contagem de População, ENCINF, PIA, PINTEC, PME, PNAD, POF e PPV; dados do Ministério do trabalho: Rais, CAGED; dados do Ministério da educação: Enade, PNERA, Censo da Educação Superior, Censo Escolar, Enem, Saeb; dados do SEADE: PAEP, PED; CD´s de congressos como ANPEC, ENANPAD e Congresso brasileiro de custos, entre outros, além das informações por assinatura como Investnews e IOB.

(b) Laboratórios de Ensino de Informática Aplicada, destinados às aulas práticas e treinamentos. Encontram-se disponíveis 2 laboratórios (LEIA 1 e LEIA 2 ), cada um com 20 microcomputadores e respectivos softwares:

Sistema Operacional: Microsoft Windows XP Professional

Pacotes de escritório: Microsoft Office Professional Edição 2003 e BrOffice.org 2.0

Software Específicos: PDFCreator, Crystalball, EViews, Lindo, Lingo, R for Windows, S-Plus, XTD-C e CMA.

(c) Laboratório de Pesquisa (LAPE) – 20 Terminais (thinclients) software instalado no servidor dos terminas:

Sistema Operacional: Microsoft(R) Windows(R) Server 2003, Standard Edition

Pacote de escritório: Microsoft Office Professional Edição 2003

Navegadores: Internet Explorer e Mozilla Firefox

Software Específicos: Inspiration 8 IE, OxEdit 4.10, OxMetrics, S-PLUS 6.1 PROFESSIONAL, S-PLUS FinMetrics, Stat/Transfer, Adobe Reader, PDFCreator, Stat/Transfer, Stata 9 e Economatica.

2.2.Biblioteca

Acervo Geral da Biblioteca Central do Campus de Ribeirão Preto

- 100.379 Livros;

- 1.003 Títulos correntes de Periódicos;

- 4.020 Títulos não correntes de Periódicos;

- 5.023 Títulos de Periódicos;

- 606 Títulos pagos (correntes) de Periódicos com acesso on-line;

- 15.808 Teses;

- 65.311 Trabalhos científicos publicados pelo corpo docente do Campus de Ribeirão Preto.

Acervo da Biblioteca da FEA/USP:

- 115.058 itens bibliográficos (Livros, teses, folhetos, vídeos etc);

- 104.408 Livros;

- 6.885 Teses / Dissertações;

- 600 Periódicos em papel = fascículos: 42.787 e 978 multimeios - mídias digitais como vídeos, DVD's, CD's etc;

- 3.000 Periódicos com texto na íntegra.

A FEA-RP/USP conta ainda com o acesso, por intermédio da Universidade de São Paulo, a importantes bases de periódicos disponíveis 'on line', algumas delas em convênio com a própria CAPES. As bases incluem journals internacionais de primeira linha, como é o caso do JSTOR, assim como uma extensa lista de journals de qualidade e especializados por temas, sejam internacionais (por exemplo, PROBE e SCIENCE DIRECT) ou nacionais (como o SCIELO). A seguir, apresenta-se a lista completa das bases de periódicos disponíveis:

- http://www.jstor.org/

- http://www.scielo.br/

- http://www.periodicos.capes.gov.br/

- http://www.probe.br/

- Editora Elsevier http://www.sciencedirect.com

- Editora Kluwer http://www.kluweronline.com

- Editora Taylor and Francis http://www.tandf.co.uk/journals/default.html

- Editora Springer

Há um convênio entre as bibliotecas da FEA-RP/USP e a FEA/USP, uma das bibliotecas mais completas da América Latina, na qual os alunos e professores podem ter acesso ao acervo de ambas unidades, inclusive acesso virtual ao ProQuest.

O acervo físico da biblioteca pode ser consultado por meio do sistema Dedalus, que integra as bibliotecas da USP. Ele é um banco bibliográfico alimentado pelo acervo das 39 bibliotecas da USP. A consulta permite que a pesquisa seja feita de forma global (em todas as 39 bibliotecas) ou específica (na biblioteca desejada). A estratégia de busca utiliza lógica booleana. Sua plataforma é o software Aleph da empresa Ex-libris;

Além do acervo físico, a biblioteca também oferece acesso a materiais de outras unidades, de outros países e bases de dados de acesso virtual.

As bases de dados a que se tem acesso são:

1) ProQuest: É uma base de dados exclusiva à comunidade FEA (via rede e acesso por senha) e de livre acesso à comunidade em geral na consulta à estação local, sem custo para a pesquisa (apenas com pagamento das páginas impressas). O ProQuest é uma das bases de dados mais utilizadas no mundo, que oferece acesso a textos completos de publicações científicas do mundo todo.

2) Dissertation Abstracts: Essa base é disponibilizada pelo SIBI - Sistema Integrado de Bibliotecas da USP e contém dissertações e teses do mundo todo, desde o ano de 1997. A pesquisa na base permite o acesso às 24 primeiras páginas em texto completo. Caso haja interesse, o usuário poderá adquiri-la em diversos formatos: folha solta, encadernada, brochura, etc., variando o valor de acordo com a escolha. Em média, cada dissertação custa US$ 40. Também utiliza a lógica booleana como estratégia de busca.

3) Base CAPES de Revistas Eletrônicas: Contém coleções de periódicos em texto integral, disponibilizadas para as instituições de ensino superior. O acesso é restrito aos limites dos campi dessas universidades.

4) COMMUT - Comutação Bibliográfica: solicitação de artigos de periódicos, teses e trabalhos de eventos existentes em outras bibliotecas nacionais e estrangeiras, mediante pagamento, cujo valor é estipulado pelo IBICT. Esse sistema permite a consulta e empréstimo de materiais de outras bibliotecas, incluindo-se aí as bibliotecas da USP, da FGV e inclusive bibliotecas internacionais. A biblioteca da FEA USP atua, de maneira significativa, como fornecedora de materiais emprestados para outras bibliotecas.

5) Reuters

6) Biblioteca digital de teses da USP

7) EBSCO

2.3. Recursos de Informática

Os recursos de informática da FEA-RP são gerenciados de forma centralizada, contando com uma equipe 2 analistas, 3 técnicos e 1 estagiário que prestam suporte e realizam os desenvolvimentos necessários junto aos laboratórios, salas de aula e de professores.

Os recursos gerais de apoio às atividades da escola são descritos abaixo:

1 Servidor de rede com Windows Server;

3 Servidor de rede com Linux

2 Servidores de rede com FreeBSD

250 microcomputadores rodando em plataforma Windows XP Professional, 2000 e Office XP Professional e 2003

2 canhões para canhão de projeção com tela

21 Projetores Multimídia da FEA-RP;

15 Retroprojetores da FEA-RP;

5 Televisores da FEA-RP;

3 Aparelhos de videocassete da FEA-RP;

4 Aparelhos de DVD.

A USP centraliza a aquisição de softwares contratando licenças institucionais de vários aplicativos científicos, que são distribuídas para todos os interessados na Universidade. Os aplicativos contratados no momento são:

Programa Licenças

Gaussview 2 ilimitado

Gauissian 03 ilimitado

Maple ilimitado

Matlab 1300

SAS 300

S-PluS ilimitado

Statistica ilimitado

Para a obtenção desses aplicativos, os interessados devem enviar pedido por e-mail, fornecer seus dados e aguardar resposta com as instruções específicas para o software de interesse. A obtenção dessas licenças é livre de custo.

3. Outras Informações:

A FEA-RP é constituída de três edifícios, sendo um edifício central, com atividades administrativas, didáticas e laboratórios; um bloco exclusivo para professores e um terceiro bloco destinado às atividades didáticas.

A FEA-RP conta com 17 salas de aula, todas com projetor, microcomputador e ar condicionado, sendo:

1 sala para 36 pessoas;

9 salas para 45 pessoas;

1 sala para 50 pessoas;

4 salas para 65 pessoas;

1 sala para 70 pessoas;

1 sala para 90 pessoas;

1Anfiteatro com capacidade para 120 pessoas.

O Campus de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP - Ribeirão) oferece duas opções de hospedagem aos alunos de pós-graduação. A primeira diz respeito à Moradia Estudantil da pós-graduação, que conta com 40 vagas, sendo os alunos selecionados por critérios sócio-econômicos. A segunda opção consiste na Casa de Hóspedes que, situada no Campus, oferece hospedagem a preços módicos, com duas casas totalizando 23 leitos.

Agenda Qualificações

Agenda Defesas

  • Adriana Fiorani Pennabel Open or Close


    Seguem informações a respeito de defesa de dissertação de Mestrado agendada na FEA-RP:

    Área:    Administração de Organizações
    Data:    24/06/2019, às 09h00 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, Bloco B2 da FEA-RP
    Título: Percepção de valor da gestão sustentável - um estudo sob a perspectiva dos stakeholders
    Autor: Adriana Fiorani Pennabel

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Adriana Cristina Ferreira Caldana (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Júlio Araújo Carneiro da Cunha (UNINOVE)

    Prof(a). Dr(a). Flávio Hourneaux Júnior (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - webconferência MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Perla Calil Pongeluppe Wadhy Rebehy (FEA-RP)

     

    Resumo: 

    A adoção da gestão sustentável (GS) tem aumentado na última década, seja como reposta dasA adoção da gestão sustentável (GS) tem aumentado na última década, seja como reposta dasorganizações às demandas regulatórias, pressões sociais ou ainda como decisão proativa dosgestores. Contudo, ainda figuram no ambiente corporativo ideias atreladas ao trade-off entre asesferas ambiental, social e econômica, quanto à implementação de práticas sustentáveis. Assim,a fim de minimizar esse trade-off e incentivar a prática proativa da GS nas empresas, o presenteestudo objetiva verificar como a GS reflete em percepção de valor para os stakeholders. Paratanto, a pesquisa apresenta caráter multimétodos, em que são empregadas técnicas qualitativa equantitativa, baseadas em estratégia de estudo de caso, tendo como lente teórica a Teoria dosStakeholders. Colaboradores, clientes e fornecedores de uma empresa definida como objeto deestudo foram selecionados como stakeholders-chave para compor a amostra da pesquisa.Grupos focais foram realizados com a amostra e resultaram na identificação de variáveisassociadas à percepção de valor da GS. De forma complementar, essas variáveis deram origema survey online aplicada a amostra significativa dos stakeholders-chave. Os resultadosencontrados após tratamento estatístico dos dados indicaram a extração de dois fatores a partirdas variáveis de percepção de valor da GS, sendo um deles relacionado ao ambiente externo àorganização e outro ao ambiente interno. Foram ainda identificados três clusters formados pordiferentes perfis de stakeholders relacionados aos dois fatores, o que levou ao desenvolvimentode um Modelo de Gestão de Stakeholders quanto à GS, a fim de auxiliar a empresa naidentificação desses perfis e seu gerenciamento com foco no aumento da percepção de valor daGS. Como agenda futura, sugere-se, dentre outros estudos, a validação de tal modelo para quepossa ser amplamente utilizado pelas empresas que possuem uma GS.

  • Luisa Tondo Vendruscolo Open or Close

    Prezados(as) Senhores(as),

    Seguem informações a respeito de defesa de dissertação de Mestrado agendada na FEA-RP:

    Área:    Administração de Organizações
    Data:    01/07/2019, às 14h00 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, bloco B2 da FEA-RP
    Título: A internacionalização no processo de inovação das startups brasileiras de tecnologia de informação e comunicação
    Autor: Luisa Tondo Vendruscolo

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Simone Vasconcelos Ribeiro Galina (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Geciane Silveira Porto (FEA-RP)

    Prof(a). Dr(a). André Cherubini Alves (Fundação Getúlio Vargas - FGV) - webconferência MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). João Henrique de Souza Pereira (Universidade Federal de Uberlândia - UFU) - webconferência MCONF RNP

     

    Resumo: 

    Este estudo buscou ampliar o entendimento do impacto da estratégia de internacionalização no processo de inovação das startups. Foram analisadas startups de tecnologia da informação e comunicação (TIC), pois essas são criadas com tecnologias globais e a competição pode ocorrer em nível mundial. Isso justificaria utilizarem como estratégia competitiva a internacionalização em busca por inovação. Foram realizadas entrevistas com sócios-fundadores de startups brasileiras internacionalizadas e o processo de inovação das startups foi observado através da análise de conteúdo das entrevistas pela lente de cada item da estratégia de internacionalização. A motivação, a escolha do país, o tempo, o que internacionalizaram e a forma como as startups chegaram aos países do exterior impactaram o processo de inovação destas empresas nascentes de diferentes formas. Os resultados sugerem proposições que servem como base para estudos futuros. Este trabalho é restrito a uma amostra, mas contribui para o entendimento de como a internacionalização impacta na inovação de startups. A relação entre internacionalização e inovação em empresas nascentes é um vasto campo a ser explorado pela Academia tendo em vista a representatividade econômica dessas startups e a ausência de estudos específicos no assunto.

  • Mariana Silva Lovo Open or Close

    Área:    Administração de Organizações
    Data:    01/08/2019, às 13:30 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, bloco B2 da FEA-RP
    Título: Neuromarketing aplicado ao patrocínio esportivo: estudo experimental com eletroencefalografia (EEG) sobre a atitude de torcedores com o patrocinador em diferentes desempenhos da equipe patrocinada
    Autor: Mariana Silva Lovo

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Jorge Henrique Caldeira de Oliveira (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Janaína de Moura Engracia Giraldi (FEA-RP)

    Prof(a). Dr(a). Claudio Miranda Rocha (University of Stirling) - (Web conferência MCONF)

    Prof(a). Dr(a). Rui Daniel Gaspar Neto Biscaia (Faculty of Business and Law - Coventry University) - (Web conferência MCONF)

     

    ​Resumo: ​​O patrocínio é uma estratégia de acesso ao potencial de marketing explorável relacionado à entidade patrocinada, com seus investimentos aumentando substancialmente ano após ano.

    Dentre os tipos de propriedades patrocinadas o esporte destaca-se, com o futebol sendo a modalidade que mais recebe patrocínio em quantidade e em valores. A principal motivação do patrocínio atualmente está no envolvimento emocional com os fãs esportivos para gestão do componente atitudinal da marca patrocinadora. Apesar do gradual aumento no interesse acadêmico e mercadológico no assunto, a literatura é restrita e emergem dela críticas quanto à necessidade de melhor conhecimento sobre a prática, compartilhadas pelos patrocinadores, os quais anseiam por pesquisas acerca da atitude do torcedor com a marca patrocinadora. A aferição da atitude não é fácil, pois trata-se de um constructo psicométrico que envolve fatores cognitivos, emocionais e comportamentais. Nesse sentido, técnicas de neuromarketing solucionam essas dificuldades, mas nunca tendo sido aplicada ao patrocínio esportivo para este​ ​fim. Preenchendo esta lacuna acadêmica e mercadológica, e dado que as emoções no esporte estão muito atreladas ao desempenho do clube, o objetivo desta pesquisa é verificar a existência de alterações significativas na atitude que torcedores, com diferentes graus de identificação com o clube, têm para com o patrocinador da equipe em situações de desempenhos distintos do time patrocinado, usando-se de técnicas de neuromarketing; atuando com pioneirismo no assunto.

    Não foram observadas diferenças significativas em nenhum dos três componentes atitudinais e assim, verificou-se que o desempenho do clube não influencia a atitude que os torcedores muito e pouco identificados têm para com o patrocinador da equipe. Os resultados evidenciaram que a literatura vigente sobre a influência do desempenho da equipe na atitude do torcedor em relação ao patrocinador é falha e que métricas de neuromarkting podem ser muito eficientes na compreensão do processamento do patrocínio. Apesar do desempenho não ter causado efeito na formação da atitude, foram observadas algumas sutis diferenças e insights interessantes sobre o patrocínio que suscitaram suposições e sugestões de pesquisas futuras. Indica-se a ampliação do uso do neuromarketing em pesquisas sobre os processos mentais existentes no patrocínio em estudos sobre a latência de resposta do torcedor, para verificar se o desempenho é ou não um nó associativo da imagem do clube e se esse nó é ou não compartilhado com o​ ​patrocinador; estudos sobre como a atitude do torcedor comporta-se em patrocínios​ ​ajustados/desajustados, com e sem a articulação do ajuste, a fim de verificar se o ajuste e a articulação são elementos fundamentais do processo de transferência associativa e atitudinal no patrocínio; pesquisas sobre o comportamento neocortical enquanto torcedores respondem a escalas atitudinais e de intenção de compra dos patrocinadores, com o intuito de verificar como as áreas cerebrais agem na tomada de decisão e na resolução de dilemas morais entre o apoio ao patrocinador e crenças pessoais dissonantes e consonantes sobre ele e, por fim, pesquisas similares à desenvolvida neste estudo, porém, com amostras maiores e mais diversificadas de torcedores, bem como em modalidades distintas e com patrocinadores diferentes.

  • Eduardo Falsarella Junior Open or Close

    Área: Administração de Organizações
    Data: 25/06/2019, às 14h00 (horário de Brasília)
    Local: Sala 43, Bloco B2 da FEA-RP
    Título: Estratégias financeiras que colaborem para sustentabilidade de operadoras de saúde filantrópicas brasileiras
    Autor: Eduardo Falsarella Júnior

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Alexandre Pereira Salgado Júnior (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Alexandre Bevilacqua Leoneti (FEA-RP)

    Prof(a). Dr(a). Perla Calil Pongeluppe Wadhy Rebehy (FEA-RP)

    Prof(a). Dr(a). Silvia Sidnéia da Silva (Universidade de Ribeirão Preto - UNAERP)

    Prof(a). Dr(a). Luciano Mendes (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" - Esalq)

    Prof(a). Dr(a). Heliani Berlato dos Santos (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" - Esalq)

     

    Resumo: O sistema de saúde complementar brasileiro tem um papel importante em preencher o espaço não ocupado pelo sistema único de saúde (SUS) na economia brasileira. Assim, torna-se importante gerir o sistema privado (de saúde suplementar) de forma sustentável, evitando uma sobrecarga do SUS. Esta preocupação materializou-se pelo governo com a criação da Agência Nacional de Saúde Suplementar - um órgão regulador que passou a fiscalizar e endurecer as regras do setor. Desta forma o setor passou por uma grande redução no número de Operadoras de Saúde Suplementar (OPS), gerando preocupações com o setor, e em especial a forma de gestão. O presente estudo destacou a categoria de OPS filantrópicas por estar em evidência pela rápida redução do número de OPS ao longo dos anos. Isto mostra que estas estão passando por maiores dificuldades. Assim, este estudo tem como objetivo propor estratégias financeiras que colaborem para sustentabilidade de operadoras de saúde. Aplicou-se a metodologia quanti-qualitativa proposta por Salgado Junior e Novi (2014). Na etapa quantitativa dividiu-se em dois estágios, sendo o primeiro estágio as avaliações financeiras e de prestação de serviço, formando assim um plano cartesiano, sendo a abscissa e ordenada, respectivamente as eficiências em prestação de serviços e financeiras das operadoras. Este gráfico foi dividido em 9 partes, diferenciando as OPSs de acordo com suas eficiências. Para o pilar de sustentabilidade financeira utilizou-se, como parâmetro de avaliação da eficiência, a variável ROA (retorno sobre o ativo), e no pilar de prestação de serviços, a metodologia DEA CCR. O segundo estágio da etapa quantitativa contou com testes estatísticos para encontrar as diferenças estatisticamente significantes. As variáveis identificadas foram então utilizadas como insumos para criação dos instrumentos de pesquisa, financeiro e de serviços, bem como o roteiro de entrevista semiestruturado utilizado na etapa qualitativa. A amostra de OPS foi composta de 43 operadoras, das quais seis aceitaram participar e contribuir para o estudo de caso. Por meio das entrevistas realizadas em campo, foi possível identificar boas práticas de gestão, que traduzidas em estratégias financeiras, podem contribuir para a sustentabilidade financeira das OPS filantrópicas, e com isso cumprir com o objetivo proposto no trabalho. Os resultados enfatizaram 71 estratégias de gestão, que podem ser aplicadas por gestores, fiscais, pesquisadores e profissionais da área, além de colaborar para a sustentabilidade das OPS filantrópicas.

  • Geraldo Vitali Neto Open or Close

    Seguem informações a respeito de defesa de dissertação de Mestrado agendada na FEA-RP:

    Área:    Administração de Organizações
    Data:    08/08/2019, às 10h00 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, Bloco B2 da FEA-RP
    Título: Os modelos organizacionais e sua influência sobre o desenvolvimento municipal: estudo comparativo entre três municípios da Região Metropolitana de Ribeirão Preto - SP
    Autor: Geraldo Vitali Neto

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Cláudia Souza Passador (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Flávia Trentini (Faculdade de Direito de Ribeirão Preto - FDRP)

    Prof(a). Dr(a). Mirna de Lima Medeiros (Universidade Estadual de Ponta Grossa)

    Prof(a). Dr(a). Luciana Oranges Cezarino (Universidade Federal de Uberlândia - UFU)

     

    Resumo: 

    Este trabalho dedicou-se a procurar uma relação entre o modelo organizacional predominante em Ribeirão Preto, Sertãozinho e Jaboticabal, os três maiores municípios em termos populacionais da Região Metropolitana de Ribeirão Preto (RMRP), e o nível de desenvolvimento socioeconômico atingido por eles. Para tanto, foi imprescindível estudar a trajetória do desenvolvimento histórico-constitucional dos municípios brasileiros, desde sua hesitante institucionalização, ainda durante o Primeiro Reinado (1822-1831), até seu verdadeiro reconhecimento como ente federativo pela Constituição de 1988. Foi de suma importância também efetuar a análise dos diferentes modelos organizacionais que foram sucessivamente adotados no Brasil. Assim, desde o modelo patrimonial, trazido e implementado pelos colonizadores portugueses, até o modelo societal, ainda hoje em disputa por espaço e por hegemonia contra o modelo gerencial, os modelos seguiram-se no tempo e influenciaram-se mutuamente, constituindo, muitas vezes, não uma ruptura, mas períodos difusos, que apresentam características de mais de um modelo organizacional. Desta maneira, o estudo pôde, por intermédio da análise das legislações municipais disponíveis que tratam das reformas administrativas implementadas nos municípios, determinar os modelos organizacionais predominantes nesses mesmos municípios. Em seguida, foi necessário coletar e comparar os dados socioeconômicos dos municípios e relacioná-los aos modelos organizacionais predominantes. Como subsídio e complementação ao trabalho, a pesquisa contou também com a aplicação de questionário a servidores públicos dos três municípios, de modo a conhecer a percepção que têm a respeito de alguns tópicos da administração pública e dos modelos organizacionais. Ao final do estudo abriram-se condições para compreender melhor a dinâmica de coexistência entre os modelos organizacionais e sua eventual relação com o desenvolvimento socioeconômico municipal, além de ensejar novos estudos relacionados ao tema.