Novidades

         Próximos Eventos

  

  • Projeto Diálogos com a Comunidade:

25/10/2017 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres na FEA-RP. A Profa. Dra. Diana Vaz de Lima, docente da UnB e pós-doutoranda, apresentará a palestra Solidez da previdência municipal: responsabilidade de quem? Inscrições aqui. Veja o vídeo convite.

 

29/11/2017 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres na FEA-RP. A palestra será Corrupção, competitividade e concorrência desleal: onde entra a contabilidade e será ministrada pelo doutorando Eduardo de Brito. Inscrições aqui. Veja o vídeo convite.

 

  • XI Encontro de Professores de Ciências Contábeis, ocorrerá dia 06/10/2017, no Anfiteatro Dr. Ivo Torres na FEA-RP, das 13h30 às 17h00. Inscrições aquiInformações.

 

Agenda Qualificações

Agenda Defesas

  • Thiago Alberto dos Reis Prado Open or Close

    Data: 18/10/2017, às 14h00
    Local: Sala 43, Bloco B2 da FEA-RP
    Título: Características institucionais dos países e práticas de evidenciação das provisões e passivos contingentes ambientais: um estudo internacional
    Autor: Thiago Alberto dos Reis Prado

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Maisa de Souza Ribeiro (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). José Alonso Borba (Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC)

    Prof(a). Dr(a). Isabel Maria Estima Costa Lourenço (Instituto Universitário de Lisboa - ISCTE-IUL) - Skype

    Prof(a). Dr(a). Marcelle Colares Oliveira (Universidade Federal do Ceará - UFC)

    Prof(a). Dr(a). André Luiz Bufoni (Universidade Estadual do Rio de Janeiro - UERJ)

    Prof(a). Dr(a). Valcemiro Nossa (Fundação Instituto Capixaba de Pesquisa em Contabilidade, Economia e Finanças - FUCAPE)

     

    Resumo: Esta pesquisa objetiva investigar a relação entre as características institucionais dos países de origem das empresas, que adotam IFRS, e a evidenciação das provisões e passivos contingentes ambientais. Com base na Teoria Institucional, espera-se que as características institucionais dos países exerçam pressões sobre as práticas de evidenciação, indo de encontro aos objetivos do IASB de comparabilidade em nível global. Trata-se de uma pesquisa descritiva e explicativa, tendo como amostra 614 observações de 123 companhias do Brasil, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Austrália e China, de setores que exploram o meio ambiente com mais intensidade. O período de análise compreende os anos de 2011 a 2015. Para a coleta de dados relativos à evidenciação de provisões ambientais e passivos contingentes ambientais (variáveis dependentes), utilizou-se a técnica análise de conteúdo nas notas explicativas das Demonstrações Financeiras anuais, com o intuito de gerar índices de disclosure, com a comparação do que é divulgado pelas companhias e as disposições sobre evidenciação da norma IAS 37. As outras informações (variáveis independentes) foram também coletadas nas Demonstrações Financeiras das companhias e nos indicadores emitidos pelo World Economic Forum, World Bank Worldwide Governance Indicators e pelo estudo de Hofstede (1980). Para identificar a relação entre a variável dependente e as variáveis independentes, empregou-se regressões com dados em painel com modelos estimados por meio da técnica de efeitos aleatórios. Posteriormente, avaliou-se a comparabilidade de maneira específica para cada uma das informações, por meio de Índices de Uniformidade, objetivando encontrar as principais dissimilaridades nas práticas de reporte. Os resultados obtidos com as regressões com dados em painel mostraram que o disclosure de provisões ambientais está relacionado com as variáveis de interesse dos sistemas político, financeiro e cultural do país de origem das empresas. No entanto, em relação a passivos contingentes ambientais, apenas a variável de interesse do sistema financeiro apresentou relação estatisticamente significativa com a variável dependente. As evidências de isomorfismo coercitivo e mimético encontradas permitem inferir que a evidenciação de passivos ambientais está relacionada com fatores múltiplos e conflitantes com o escopo de comparabilidade do IASB, o que compromete este objetivo e sinaliza a não comparabilidade. Os achados da avaliação dos Índices de Uniformidade mostraram que há baixa comparabilidade em várias informações evidenciadas, tanto na dimensão within-country, quanto na dimensão between-countries e sugerem que a institucionalização das práticas de reporte encontra-se no estágio de objetificação. A principal conclusão deste trabalho é a de que, apesar de existirem pressões normativas para a existência da comparabilidade, há pressões institucionais conflitantes de outros atores sociais, de caráter coercitivo e mimético, fazendo com que as empresas, em busca de legitimidade, conduzam suas práticas de reporte estrategicamente, contrariando os objetivos do IASB.

  • Thiago Botta Paschoal Open or Close

    Prezados(as) Senhores(as),


    Seguem informações a respeito de defesa de dissertação de mestrado agendada na FEA-RP:

    Área: Controladoria e Contabilidade
    Data: 10/11/2017, às 14h30
    Local: Sala 43, Bloco B2 da FEA-RP
    Título: Endividamento-alvo ou rating-alvo: o que as empresas objetivam?
    Autor: Thiago Botta Paschoal

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Mauricio Ribeiro do Valle (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Andrea Maria Accioly Fonseca Minardi (INSPER) - Skype

    Prof(a). Dr(a). Luiz Paulo Lopes Favero (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - Skype

    Prof(a). Dr(a). Andrei Aparecido de Albuquerque (Universidade Federal de São Carlos - UFSCar)  

     

    Resumo: O presente estudo objetiva investigar a materialidade do rating de crédito sobre as decisões de estrutura de capital, uma vez que diferentes níveis de rating podem representar melhores ou piores condições para a captação dos recursos externos necessários ao financiamento empresarial. A hipótese rating de crédito-estrutura de capital sugere que, após um rebaixamento no rating, as empresas adotem um perfil mais conservador nas decisões de estrutura de capital visando restabelecer as condições que possibilitem a recuperação do rating anterior. Essa relação foi estudada por meio da análise do impacto das reclassificações do rating sobre o balanceamento da estrutura de capital ao nível-alvo de endividamento das empresas não-financeiras listadas nos principais países da América Latina, com algum rating designado no período 2000-2014. Os resultados evidenciam que muitos dos preceitos da hipótese teórica também prevalecem para as empresas latinas, principalmente quando avaliados sob a perspectiva das características institucionais da região.

  • Gabriel Agnesini da Silveira Open or Close

    Área: Controladoria e Contabilidade
    Data: 28/11/2017, às 15h00
    Local: Sala 43, Bloco B2 da FEA-RP
    Título: Análise da Teoria da Estocagem sobre a base dos contratos futuros de soja no Brasil
    Autor: Gabriel Agnesini da Silveira

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Marcelo Augusto Ambrozini (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Elizabeth Krauter (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto - FEA/RP)

    Prof(a). Dr(a). Hsia Hua Sheng (Fundação Getúlio Vargas - FGV) - Skype

    Prof(a). Dr(a). Antonio Sérgio Torres Penedo (Universidade Federal de Uberlândia - UFU) - Skype

     

    Resumo: O presente estudo teve como objetivo avaliar o impacto das variáveis da “Teoria da Estocagem”, como custo de oportunidade e estoque, sobre a “base” dos contratos futuros de soja negociados na BM&FBOVESPA, para um período de cinco anos e com dados diários, de outubro de 2013 a março de 2017. Foi proposta uma análise semelhante à de Fama e French (1987) a qual verificou o impacto dos custos de oportunidade do capital e de uma proxy para o estoque de soja, visando capturar os custos de estocagem e o benefício de conveniência, derivados da teoria da estocagem. Verificou-se que o custo de oportunidade dos agentes de mercado impacta positivamente a base, da mesma forma, o estoque também impacta de forma positiva a base. Os resultados encontrados estão em conformidade com a teoria de estocagem proposta por Working (1949). Assim, a principal contribuição do trabalho é fornecer à literatura evidências empíricas que sustentem o comportamento da base de soja no Brasil.

  • Laís Manfiolli Figueira Open or Close


    Área: Controladoria e Contabilidade
    Data: 12/12/2017, às 15h00
    Local: Sala 43, bloco B2 da FEA-RP
    Título: Impacto do reconhecimento e mensuração a valor justo de instrumentos financeiros sobre a volatilidade do resultado
    Autor: Laís Manfiolli Figueira

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Marcelo Augusto Ambrozini (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Fernando Caio Galdi (Fundação Instituto Capixaba de Pesquisa em Contabilidade, Economia e Finanças - FUCAPE) - Skype

    Prof(a). Dr(a). Jorge Katsumi Niyama (Universidade de Brasília - UNB) - Skype

    Prof(a). Dr(a). Alexandre Chibebe Nicolella (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto - FEA/RP)

     

    Resumo: Uma crítica que corrobora a não convergência entre o Financial Accounting Standards Board (FASB) e o International Accounting Standards Board (IASB) baseia-se na discordância quanto a mensuração a valor justo de alguns tipos de instrumentos financeiros, pois argumenta-se que essa prática pode aferir volatilidade aos resultados das empresas, o que impactaria o desempenho de suas ações no mercado de capitais. Assim, o presente trabalho propõe-se a verificar se a adoção das International Financial Reporting Standards (IFRS) no tocante a mensuração e reconhecimento dos instrumentos financeiros, mais especificamente para o grupo classificado em “Ativos e Passivos Financeiros Mensurados a Valor Justo por meio do Resultado”, levou a uma maior volatilidade dos resultados contábeis. Para isso, optou-se por analisar o caso brasileiro, porque tal país passou pelo processo de Full Adoption das IFRS. Desse modo, adotou-se testes estatísticos que analisaram a diferença entre as variâncias dos lucros líquidos que consideram instrumentos financeiros avaliados a valor justo e a custo histórico amortizado, no período entre 2010 e 2016, das empresas brasileiras de capital aberto não financeiras e bancos com maior Presença em Bolsa. Após analisar o efeito dos ganhos e perdas não realizados, oriundos do ajuste a valor justo, de instrumentos financeiros sob o resultado, constatou-se uma tendência a suavização, redução da volatilidade, dos lucros líquidos, tanto para a amostra de empresas não-financeiras quanto para a de bancos, e não de aumento da volatilidade como era argumentado por alguns críticos a adoção do valor justo. Essa tendência pode apresentar um impacto positivo na avaliação dessas empresas pelo mercado de capitais e por seus credores, já que tais usuários primários da informação contábil apresentam uma preferência por lucros consistentes ao longo do tempo, devido a sua aversão ao risco.