O aluno pode solicitar bolsas de estudo Demanda Social-CAPES para os primeiros 6 meses do curso, período em que deverá preparar e submeter projeto de pesquisa em uma agência de fomento do Brasil, que ofereçam bolsas para mestrado como: FAPESP e CNPq ou do exterior.

Além destas oportunidades, alunos estrangeiros contam com auxilios especificos como o PEC/PG: aqui

A seguir descrevemos os diversos tipos de bolsas:

 

CAPES Demanda Social – alocada pela comissão coordenadora

Estas bolsas disponibilizadas pela CAPES são alocadas aos solicitantes de menor tempo de ingresso no curso e de maior nota geral nos testes de admissão entregues pelo candidato no seu processo seletivo.

O Programa dispõe de 10 bolsas de Mestrado e 8 para o Doutorado, as quais são realocadas semestralmente. 

Duração: máximo de 12 meses. 

Inscrições: divulgação das vagas e orientações pela Secretaria do Programa.

Uma deliberação interna da CCP-PPGCC, estabelece os critérios do PPGCC para concessão de bolsas DS-Capes.

Normas da CAPES sobre a concessão de bolsas:

 

FAPESP

Destina-se a alunos regularmente matriculados em programas de pós-graduação stricto sensu para desenvolvimento de projeto de pesquisa que resulte em dissertação.

Submissão dos pedidos: fluxo contínuo.

Duração: máximo de 24 meses.

 

CNPq

Destina-se a alunos regularmente matriculados em programas de pós-graduação stricto sensu.

O CNPq lança anualmente edital diretamente aos orientadores.

Submissão dos pedidos: semestral (março e agosto)

Duração: máximo de 24 meses.

Requisito básico: ter docente orientador.

 

Bolsas Programa Institucional de Doutorado Sanduíche no exterior (PDSE) - CAPES

 

Outras informações 

Agenda Qualificações

Agenda Defesas

  • João Paulo Augusto Eça Open or Close

    Área:    Controladoria e Contabilidade

    Curso: Mestrado
    Data:    10/01/2020, às 15h00 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, bloco B2 da FEA-RP
    Título: Efeito das fontes de financiamento sobre a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa: evidências para o Brasil
    Autor: João Paulo Augusto Eça

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Maurício Ribeiro do Valle (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Tatiana Albanez (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Andrei Aparecido de Albuquerque (Universidade Federal de São Carlos - UFSCar)

    Prof(a). Dr(a). Marcelo Botelho da Costa Moraes (FEA-RP)

     

    Resumo: 

    Em mercados imperfeitos, caracterizados por forte presença de custos de falência, de custos de agência e de assimetria de informação entre os agentes, há imposição de restrição por parte dos credores à capacidade de financiamento externo das firmas. Com isso, considera-se que o investimento de empresas que sofrem restrição ao financiamento externo é dependente da geração de recursos internos (investimentos mais sensíveis ao fluxo de caixa). Entretanto, ao reconhecer a existência de características distintas entre as fontes de financiamento disponíveis, é possível que a restrição financeira sofrida pelas empresas possa ser diferente conforme a fonte de crédito utilizada pela empresa O que se questiona neste estudo é se as principais fontes de financiamento utilizadas pelas empresas são capazes de reduzir a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa e, consequentemente, a restrição financeira das firmas. Para responder a esta pergunta, o estudo contou com uma amostra de 153 companhias do setor industrial, tanto de capital aberto quanto de capital fechado, que foi subdividida entre firmas restritas financeiramente e não restritas (pelos critérios tamanho e rating). O modelo escolhido como base para as análises foi o de sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa, comumente utilizado em pesquisas que tratam de restrição financeira. Após as estimações, alguns resultados persistiram, a saber: i) a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa verificada para as empresas consideradas financeiramente restritas; ii) a relação não significativa entre as variáveis representativas do crédito bancário e subsidiado sobre a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa) e iii) a relação negativa e significante entre a participação moderada da dívida de mercado de capitais e a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa). Análises adicionais mostraram que as empresas que possuem participação moderada da dívida de mercado de capitais, em geral, têm maior heterogeneidade em sua estrutura de dívida, ou seja, acessam diferentes fontes de financiamento. Além disso, o estudo mostrou que as empresas que possuem acesso às diferentes fontes de financiamento aumentam seus investimentos nos períodos em que apresentam resultados adversos (queda do lucro ou, até mesmo, prejuízo contábil). Ao atingir resultados superiores nos exercícios subsequentes, essas empresas, em média, reduzem o volume de investimento. Tal comportamento explica, portanto, a sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa.

Atualização do site

  • Atualizado em: 11 Dezembro 2019, 16:17:29.