O Programa de Pós-Graduação em Controladoria e Contabilidade oferece regularmente palestras voltadas para profissionais da área contábil e tem por objetivo apresentar à comunidade a aplicação prática da pesquisa em Contabilidade em termos sociais, e tem constantemente atraído um número médio de 80 participantes da comunidade próxima em cada sessão.

Neste evento é solicitado um quilo de alimento não perecível aos participantes e esta arrecadação é totalmente destinada para uma entidade assistencial.

 

25/04/2019 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres da FEA-RP foi realizada a palestra: Contabilidade e Novas Moedas: Desafios e Oportunidades com os Professores Doutores Marcelo Botelho da Costa Moraes e Silvio Hiroshi Nakao.

 

27/03/2019 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres da FEA-RP foi realizada a palestra: IRPF 2019: O leão está com fome! com o auditor da Receita Federal Julio Alfredo Hahn Curvo e o Prof. Dr. Amaury José Rezende.

 

28/11/2018 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres da FEA-RP foi realizada a palestra: Exame de suficiência: qual é o mistério? com o Prof. Dr. Alexandre Sanches Garcia (via webconferência) e Profa. Dra. Adriana Maria Procópio de Araújo.

31/10/2018 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres da FEA-RP foi realizada a palestra: Finanças pessoais: como lidar? com Laura Marchiori, Gabriel Barcelos e Gabriela Paiva, do Projeto de Extensão Pé de Meia (FEA-USP/RP).

26/09/2018 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres da FEA-RP foi realizado o painel: Qual o custo do serviço público? com o Prof. Cezar Volnei Mauss (webconferência) e o Prof. Marcio Minoru Garcia Takeuchi, com mediação do Me. Fabrício Ramos Neves.

25/04/2018 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres da FEA-RP foi realizada a palestra: Como e por que investir seu dinheiro? com  Luiz Felipe Guarnieri.

28/03/2018 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres da FEA-RP foi realizado o painel: Importância das Cooperativas para a sociedade nos dias atuais  com  a participação do Prof. Dr. Davi Rogério de Moura Costa e da Dra. Luana Zanetti Trindade Ferraz.

27/09/2017 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres da FEA-RP foi realizada a palestra: Código X: Decifrando o Orçamento Público, ministrada pelo doutorando  Fabricio Ramos Neves.

Agenda Qualificações

Agenda Defesas

  • João Paulo Augusto Eça Open or Close

    Área:    Controladoria e Contabilidade

    Curso: Mestrado
    Data:    10/01/2020, às 15h00 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, bloco B2 da FEA-RP
    Título: Efeito das fontes de financiamento sobre a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa: evidências para o Brasil
    Autor: João Paulo Augusto Eça

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Maurício Ribeiro do Valle (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Tatiana Albanez (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Andrei Aparecido de Albuquerque (Universidade Federal de São Carlos - UFSCar)

    Prof(a). Dr(a). Marcelo Botelho da Costa Moraes (FEA-RP)

     

    Resumo: 

    Em mercados imperfeitos, caracterizados por forte presença de custos de falência, de custos de agência e de assimetria de informação entre os agentes, há imposição de restrição por parte dos credores à capacidade de financiamento externo das firmas. Com isso, considera-se que o investimento de empresas que sofrem restrição ao financiamento externo é dependente da geração de recursos internos (investimentos mais sensíveis ao fluxo de caixa). Entretanto, ao reconhecer a existência de características distintas entre as fontes de financiamento disponíveis, é possível que a restrição financeira sofrida pelas empresas possa ser diferente conforme a fonte de crédito utilizada pela empresa O que se questiona neste estudo é se as principais fontes de financiamento utilizadas pelas empresas são capazes de reduzir a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa e, consequentemente, a restrição financeira das firmas. Para responder a esta pergunta, o estudo contou com uma amostra de 153 companhias do setor industrial, tanto de capital aberto quanto de capital fechado, que foi subdividida entre firmas restritas financeiramente e não restritas (pelos critérios tamanho e rating). O modelo escolhido como base para as análises foi o de sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa, comumente utilizado em pesquisas que tratam de restrição financeira. Após as estimações, alguns resultados persistiram, a saber: i) a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa verificada para as empresas consideradas financeiramente restritas; ii) a relação não significativa entre as variáveis representativas do crédito bancário e subsidiado sobre a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa) e iii) a relação negativa e significante entre a participação moderada da dívida de mercado de capitais e a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa). Análises adicionais mostraram que as empresas que possuem participação moderada da dívida de mercado de capitais, em geral, têm maior heterogeneidade em sua estrutura de dívida, ou seja, acessam diferentes fontes de financiamento. Além disso, o estudo mostrou que as empresas que possuem acesso às diferentes fontes de financiamento aumentam seus investimentos nos períodos em que apresentam resultados adversos (queda do lucro ou, até mesmo, prejuízo contábil). Ao atingir resultados superiores nos exercícios subsequentes, essas empresas, em média, reduzem o volume de investimento. Tal comportamento explica, portanto, a sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa.

Atualização do site

  • Atualizado em: 11 Dezembro 2019, 16:17:29.