O curso de Mestrado tem por objetivo identificar, estudar e refletir sobre o estágio atual do conhecimento na área de controladoria e contabilidade. Ele começa oficialmente no mês de março. O período estimado para a conclusão do mestrado é de 24 meses.


Objetivo: Formar pesquisadores, docentes, profissionais para atuação em entidades públicas e privadas, além de contribuir para o desenvolvimento da ciência.
Título concedido: Mestre em Ciências – Programa de Controladoria e Contabilidade.
Egresso: Profissionais habilitados para contribuírem como docentes e na liderança do controle e gestão de instituições públicas, privadas e não governamentais.
Linhas de Pesquisa: a) Contabilidade Financeira e Finanças e b) Instituições e Eficiência das Organizações. A escolha se faz no processo de inscrição no curso e orienta toda a trajetória do curso.
Duração do curso: A duração máxima do curso é de 30 meses a contar da data de matrícula. O exame de qualificação se faz até o 15º mês.
Disciplinas e créditos:
a) O aluno deve cumprir 46 créditos em disciplinas, sendo 30 em disciplinas obrigatórias e as demais Optativas. Veja em disciplinas.

Exame de qualificação: Até o 15º mês o aluno passará pelo exame de qualificação, o qual envolve a submissão e debate de seu projeto de pesquisa em andamento.
Defesa da dissertação: No final do curso, o aluno apresenta o resultado de sua pesquisa no formato de uma dissertação, a qual será avaliada por uma comissão de especialistas no assunto.


Informações detalhadas podem ser vista no "Manual do Ingressante".


Veja as normas do Mestrado em: Regulamento do Programa de Controladoria e Contabilidade FEA-RP

Agenda Qualificações

Agenda Defesas

  • Juliano Augusto Orsi de Araujo Open or Close

    Área:  Controladoria e Contabilidade
    Data:   03/06/2019, às 14h00 (horário de Brasília)
    Local: Sala 43, Bloco B2 da FEA-RP
    Título: Remuneração de executivos e informação contábil: um estudo sobre a qualidade do lucro e o fluxo de caixa operacional
    Autor: Juliano Augusto Orsi de Araujo

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Maisa de Souza Ribeiro (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Andson Braga de Aguiar (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - webconferência MCONF

    Prof(a). Dr(a). Marcelo Botelho da Costa Moraes (FEA-RP)

    Prof(a). Dr(a). Ilse Maria Beuren (Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC) - webconferência MCONF

    Prof(a). Dr(a). Tabajara Pimenta Júnior (FEA-RP)

    Prof(a). Dr(a). Nuno Gonçalves Gracias Fernandes (Universidade Católica Portuguesa) - webconferência MCONF

     

    Resumo: As relações entre investidores e executivos são abordadas pela Teoria da Agência que, entre outras tratativas, afirma que a remuneração executiva é um instrumento que investidores dispõem para controlar as ações de executivos. No entanto, há a assimetria de informações e os executivos possuem maneiras de gerenciar dados contábeis de modo a atingir as metas estabelecidas pelas políticas de remuneração e aumentar a própria riqueza, em detrimento do aumento da riqueza do acionista. Nesse sentido, esta tese investigou se a informação contábil tem a capacidade de influenciar nos determinantes da remuneração executiva de companhias europeias, no período de 2008 a 2017. Para isso, lançou-se mão de três artigos independentes que juntos constroem esta tese. O primeiro, uma revisão de literatura em que se traçou um retrato temporal, geográfico e temático das publicações acerca do problema de agência. Os dois artigos seguintes são empíricos e abordaram duas vertentes contábeis de suma importância para a sustentação de uma companhia: o resultado e o caixa. O segundo artigo investigou se os pacotes de remuneração executiva sofrem influência da qualidade do resultado e o terceiro artigo investigou acerca da influência do fluxo de caixa operacional sobre a remuneração executiva. A pesquisa utilizou dados secundários, de modo que o estudo bibliográfico foi elaborado a partir de um levantamento bibliométrico, e os dois trabalhos empíricos foram construídos a partir de dados coletados da base Thomson Reuters Eikon© e de empresas estabelecidas em países da União Europeia, no período de 2008 a 2017. A técnica estatística aplicada foi a regressão com dados em painel. O estudo bibliométrico indicou uma lacuna no conhecimento preenchida pelos dois artigos empíricos. O primeiro identificou que as companhias não determinam os pacotes de remuneração a partir da qualidade do resultado; o segundo identificou uma bonificação paga ao executivo em função da geração de caixa operacional. A contribuição da tese se dá no alerta aos investidores acerca da determinação das políticas de remuneração executiva a partir de indicadores de desempenho de curto prazo, não havendo nenhuma relação destas compensações com indicadores que apontam qualidade da informação contábil e  sustentabilidade de resultados no longo prazo.

Atualização do site

  • Atualizado em: 18 Abril 2019, 17:44:26.